Verdade mental é a identificação do seu pensamento com o conteúdo do mesmo.
Pedro, por exemplo, mora num bairro de lata, é pobre, passa provações.
Ele mentaliza: «Eu sou rico.»
Se interiormente considera a afirmação uma mentira – porque é pobre e está a passar privações – a sua palavra é oca, não verdadeira, uma vez que não houve coincidência entre a palavra e o conteúdo da mesma. Não houve verdade mental.
Se está convicto de que a sua palavra interior, pela lei da mente, contém a materialização, realmente tomar-se-á rico, porque existe a verdade mental.
Se acredita no conteúdo da sua afirmação, certo de que se realiza, está de posse da verdade mental.
A palavra, para ser verdadeira, deve conter a verdade mental, que é a univocidade entre o pensamento e o significado que expressa.
Não há necessidade de que coincida a afirmação com a realidade, mas é imprescindível que acredite que a afirmação contém e produz a realidade da própria afirmação. É assim que se acciona o poder.
O Pedro não está a afirmar «eu sou rico» porque é rico materialmente, mas porque esta afirmação o faz rico materialmente.
Como palavra é poder criador, não importa se condiz com a situação actual.
O papel do poder criador é criar e não confirmar uma realidade existente.
Criar é fazer existir o que não existia.
Cria-se primeiro mentalmente. A materialização é o efeito da criação mental.
Qualquer realidade nasce na mente.
Quando você conhece esta verdade, encontrou a fórmula milagrosa da vida.
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